
» MORPHEUS é o primeiro e único injetor de anestesia capaz de realizar com grande precisão a posologia para os anestésicos - com múltiplas escolhas de técnicas anestésicas já residentes no equipamento, de fácil acesso e utilização, atendendo a todas as necessidades de anestesia.
O Morpheus com seu sistema hidráulico computadorizado oferece força e ao mesmo tempo controle absoluto e preciso da velocidade de injeção (vazão) e dose a ser administrada - em qualquer tipo de tecido, independentemente de sua resistência.
» Aplicações sem dor: Velocidades patenteadas garantem anestesias sem dor em quase todos os procedimentos até mesmo nas aplicações anestésicas palatinas, intraósseas, subperiósteas ou intraligamentares.
Para se obter uma anestesia, a própria chegada do líquido anestésico ao ser injetado nos tecidos, passa a ocupar um espaço que resulta na compressão das terminações nervosas, o que provoca na maioria das vezes um estímulo que resulta em dor. Por paradoxal que pareça, para se conseguir uma anestesia e livrar os pacientes da temida dor nos consultórios dentários, antes porém, os mesmos têm que passar por experiências desagradáveis de dor. O Morpheus ao injetar o anestésico na velocidade precisa e pre ajustada, permite que a latência da droga seja completada e a anestesia estabelecida antes mesmo que o volume injetado de anestésico seja de tal monta que possa provocar a compressão dos feixes nervosos e surja a dor. O Morpheus representa o fim do medo e da dor na Odontologia.
» Repetitividade: a repetitividade e regularidade na obtenção de bons resultados, que somente uma máquina pode oferecer, acaba por resultar em confiança que os profissionais passam a ter no Morpheus. O diferencial experimentado pelos profissionais e pacientes tem indicado ser irreversível a introdução do Morpheus na Odontologia.
» Anestesia somente nos dentes: Técnicas anestésicas exclusivas e patenteadas promovem um grande avanço na anestesiologia ao permitirem anestesias somente nos dentes (comprovado). Essa novidade oferece aos pacientes a oportunidade de ir ao dentista, realizar qualquer tipo de procedimento dentário sob anestesia sem a sensação de "boca dura". O paciente sai da cadeira do dentista sem as desagradáveis anestesias na boca, que por vezes interferem em suas atividades tanto profissionais, como para sua alimentação normal. Esse resultado é comprovado para os dentes de toda a maxila e dentes posteriores da mandíbula. No caso de dentes anteriores da mandíbula a sensação anestésica acontece de maneira bem suave.
O retorno dos pacientes para esse fato tem sido muito favorável.
» Ausência de dor na “picada” da agulha: Dispensa o uso de anestésico tópico.
Na maioria dos procedimentos anestésicos realizados utilizando o sistema Morpheus, a técnica de introduzir a agulha é iniciada na faixa da gengiva inserida:
1) Posiciona-se a agulha o mais paralelo possível em relação ao plano tecidual (gengiva inserida / faixa entre: coroa clínica dos dentes e gengiva livre). 2) Inicia-se a injeção com o Morpheus e introduz-se tão somente o chanfro da agulha. 3) Indica-se a injeção de um pequeno volume de anestésico até se obter uma ligeira região isquêmica.
A observância destas indicações impedem que os pacientes sofram dor da "picada" da agulha pois, neste região a presença da canada de tecido fibroso, característica da gengiva inserida, na realidade trata-se de um espessamento do tecido gengival, como se fosse uma camada colocada sobre a mucosa gengival, onde, as terminações nervosas acabam por ficar mais internamente. Dessa forma, sem a presença das terminações nervosas no interstício da gengiva inserida, não ocorre a dor da "picada" da agulha.
Outro fator que resulta em dor durante a "picada" da agulha é devido a "alta velocidade de injeção e ou mesmo o descontrole da velocidade de injeção do anestésico, quando a injeção é feita utilizando a seringa carpule convencional. No Morpheus, a velocidade de injeção para este procedimento é pre programada de forma ideal, para evitar a dor.
» Confortável ao profissional e Indolor ao paciente: Não exige alta concentração do profissional para obter aplicações totalmente indolores – a condução da agulha pelo Dentista deve ser suave, facilitada pela forma de empunhar a CANETA APLICADORA do MORPHEUS. Os movimentos para a introdução da agulha são semelhantes aos realizados com a turbina de alta rotação odontológica. Apoia-se a mão do profissional na boca do paciente, e, a seguir, introduz-se a agulha com movimentos suaves. Durante todo o movimento de introdução da agulha deve-se injetar anestésico, de forma que, o líquido chegue antes nos tecidos por onde irá ocorrer a passagem da agulha. A habilidade de dar ligeiras paradas durante o percurso da agulha, permite que a anestesia seja estabelecida antes mesmo que a agulha toque em tecido ainda não anestesiado e provoque dor.
A experiência tem mostrado que o Morpheus ao dar oportunidade de uma aplicação anestesia sem nenhuma dor, a própria consulta passa a ser sem estresse e os pacientes passam a ter um comportamento cada vez mais fidelizados e presentes para os tratamentos dentários.
Segundo J.I.Ingle, “De um modo geral, os dentistas podem ser divididos em duas categorias: aqueles que aprenderam, por experiência pessoal, que a anestesia local pode ser indolor; e aqueles que não aprenderam. O primeiro grupo executa a injeção de maneira lenta, sustentada, e usualmente indolor. Seus pacientes aprendem com essa experiência e adquirem confiança no procedimento e no profissional. O segundo grupo acredita que “quanto mais depressa melhor”, quanto mais rápida for dada a injeção tanto melhor, porque assim acaba logo. O problema com a “abordagem rápida” é a dor, dor que acarreta ansiedade. O paciente, então, deve enfrentar sua ansiedade a cada consulta.”
» Força controlada: Mecanismo hidráulico computadorizado garante a força necessária e adequada a qualquer tipo de aplicação.
» Técnicas Anestésicas: Avançadas Exclusivas (U.S. Pat #6139529), e Técnicas Anestésicas Convencionais (todos os procedimentos realizados com o carpule convencional), num só equipamento.
» Posologia: é o único injetor de anestésico que permite administrar a droga controlando com precisão a quantidade no tempo de administração, conforme as condições do organismo do paciente.
» Melhor controle das respostas fisiológicas: O controle da velocidade de injeção e dose permite “aplicar a menor dose eficaz” e “aplicar na menor velocidade possível”, evitando fortemente os efeitos colaterais resultantes de injeções anestésicas, ligados aos Sistemas: Cardio-Vascular e Nervoso Central.
PORQUE A DOR NA ANESTESIA E O MEDO DO DENTISTA?
O líquido anestésico chegando abruptamente ao interior dos tecidos ocupa espaços intersticiais forçando e comprimindo os feixes nervosos e, conseqüentemente, provocando dor.
As injeções anestésicas praticadas por seringas convencionais (carpule) são sempre um enorme desafio à experiência e habilidade de cada profissional porque este tem que, de uma só vez, lidar com dois movimentos opostos ao realizar suas aplicações.
Isto, sem contar o movimento de introdução da agulha. Trata-se de fazer grande força manual (do polegar) para que o líquido penetre nos diferentes tipos de tecidos e, por outro lado, fazê-lo com grande suavidade para reduzir a violência da injeção.
São movimentos concorrentes e, geralmente na prática, um se sobrepõe ao outro.
Quando a força é privilegiada, a injeção é muito rápida provocando muita dor no paciente. Porém, mesmo aqueles que priorizam a suavidade não podem evitar a força que é necessária para que o líquido penetre e, embora menos, também acabam provocando alguma dor. Por essas razões, a quase totalidade dos pacientes enfrenta a anestesia como algo, no mínimo, desconfortável (doloroso) sendo este um dos principais motivos do tradicional “medo de dentista”.
A prática odontológica está tradicionalmente ligada a sofrimentos e desconfortos sendo grande o empenho dos dentistas em encontrar as melhores formas de aliviá-los. Sabe-se que o advento da anestesia colaborou sobremaneira para a conquista de uma Odontologia menos agressiva, porém, ironicamente, a aplicação do anestésico constitui-se ainda hoje, num dos seus maiores fantasmas. Venham e Quatrocelli (15) “observaram que a injeção anestésica é o procedimento dentário que produz as respostas mais negativas entre as crianças e que, após algumas injeções, esse comportamento negativo é ainda exacerbado.”
» Maior segurança nos procedimentos: Comparada ao carpule, a dose de droga anestésica aplicada com o MORPHEUS pode ser reduzida entre 50 a 70%.
» Aspiração: Função totalmente automática, eficaz e segura.
ASPIRAçãO AUTOMáTICA - etapas:
1. A injeção é interrompida
2. Imediatamente ocorre o retrocesso do êmbolo da CANETA APLICADORA - este movimento puxa a borracha do cartucho anestésico (estope) para traz promovendo a ASPIRAçãO.
LEMBRETE: A borracha do cartucho anestésico deve estar presa na FISGA (presente na ponta do êmbolo) e isto, deve ter sido verificado durante a montagem do ESTOJO PARA CARTUCHO, no início da utilização do MORPHEUS.
3. Ocorre uma parada do êmbolo por 3 (três) segundos para verificação da presença ou não de sangue dentro do cartucho anestésico.
4. Novamente o êmbolo se movimenta para frente e se posiciona no mesmo local onde ele se encontrava no início do procedimento da ASPIRAçãO.
Uma ASPIRAçãO completa leva aproximadamente de 15 segundos, durante este tempo o Display apresenta a mensagem: “ASPIRANDO”.
Ao final do procedimento automático de ASPIRAçãO, um sinal de áudio é emitido pelo MORPHEUS e o Display apresenta a mensagem: “FIM DA ASPIRAçãO”.
» Fácil assepsia: Possui um sistema eficaz de manuseio, planejado para garantir assepsia durante a operação de modo a impedir infecções cruzadas.
O projeto do Morpheus considerou com especial atenção a preocupação com
a ASSEPSIA, tendo em vista prevenir as tão temidas infecções cruzadas. Sendo assim, para a parte crítica utiliza-se agulhas odontológicas descartáveis (comum).
Deve-se observar os seguintaes métodos de desinfecção e esterilização:
• O ESTOJO PARA CARTUCHO - Descontaminação; Anti-sepsia; Assepsia; Limpeza; Desinfecção e Esterilização. Está indicado para a esterilização preferencialmente o processo por autoclavagem, o que protege todo o corpo da CANETA APLICADORA durante os proceidimentos clínicos, de forma prática e segura.
• O Operador deve revestir o BERçO da CANETA APLICADORA e a área frontal do GABINETE e a parte posterior da BASE DA CANETA com filmes de PVC para complementar a proteção do sistema contra possíveis contaminações, mesmo quando as aplicações são feitas seguidamente.
NOTA - Nos caso de uso em cirurgia, utilizar os mesmos protetores estereis utilizados em sugadores e cabos de motores.
NOTA – O ESTOJO PARA CARTUCHO acolhe os mesmos cartuchos
e agulhas descartáveis já existentes no mercado e tradicionalmente usados pelo Dentista, não dependendo de nenhum outro recurso descartável exclusivo, que poderia encarecer o processo.
» Econômico: Dispensa o uso de descartáveis exclusivos com seus altos custos. Cartuchos de anestésicos são os mesmos utilizados convencionalmente e as agulhas descartáveis são as mesmas, tradicionalmente, à venda no mercado.
» Alta precisão: Tecnologia eletrônica de ponta garante confiabilidade e precisão ao equipamento. Possui um sistema de auto-aferição, com patente requerida, para manter constantes as condições de precisão do equipamento.
» Design ergonômico: Planejado para ficar próximo ao profissional durante a aplicação e facilitar seu afastamento após o procedimento de anestesiar.
» Display auto-explicativo: Comunicação fácil durante a própria operação, orientando o profissional na execução dos procedimentos anestésicos.
» Universal: Pode ser usado em 110 ou 220 Volts, entre 50/60 hz (equipado com um sistema automático de reconhecimento da voltagem).
» Garantia contra defeito de fabricação: Dois anos (2).
» Assistência Técnica em 1 dia: O equipamento é enviado para a Assistência Técnica MEIBACH TECH de qualquer parte do Brasil via SEDEX - geralmente o translado é feito entre 1 a 2 dias. Na fábrica o equipamento permanece somente 1 dia para o conserto.
Atenção - Despesas com o transporte do equipamento fica por conta do cliente.